Todos de olho no prazo final do simples nacional anual e como otimizar a entrega da DEFIS!

O prazo para entregar a declaração anual do Simples Nacional está chegando! Dia 31 de março é o último dia para enviar a Defis 2019. Portanto, se você tem clientes que optaram por esse regime, já é tempo de se precaver para transmitir tudo certinho!

Para uma transmissão da declaração no prazo certo e sem nenhum problema. É contar com a ajuda de um bom software de gestão contábil pois o mesmo facilita o preenchimento e a transmissão da Defis e ainda evita erros e você ganha mais praticidade e o aumento de confiabilidade de seus clientes no seu trabalho!

Com ele, você ganha mais segurança e produtividade no seu dia a dia. Outro fator importante é o aumento da confiança dos clientes no seu trabalho.

Ausência de entrega da DEFIS gera multa?

Não, a ausência de entrega da DEFIS não gera multa, entretanto, existe uma outra declaração assessória chamada PGDAS que deve ser entregue mensalmente. Sem a entrega da DEFIS não é possível enviar o PGDAS, consequentemente, a empresa terá multas mensais de R$ 50,00 até regularizar a situação. Vale salientar que a multa pode ter correções monetárias dentro da lei, por isso é bom consultar seu contador para que não aconteçam situações desagradáveis por fato de multas.

Então ficar de olho e evitar o prazo máximo do dia final, pois o quanto antes você fizer a entrega do simples nacional anual, menos a chance de algo da errado em cima da hora. Ressaltamos que é de suma importância você ter um profissional na área contábil para lhe orientar em todas as etapas e um bom software gerencial contábil se torna indispensável para o preenchimento da obrigação.

Contabilidade Financeira X Contabilidade Gerencial

Você sabe a diferença entre Contabilidade Financeira e Contabilidade Gerencial? Qual o tipo de contabilidade que você está utilizando ou pretende utilizar na sua empresa?

Podemos dividir a contabilidade em dois ramos: a Contabilidade Financeira e Contabilidade Gerencial.

A Contabilidade Financeira é voltada para os usuários externos como o governo, os Bancos, acionistas, investidores, fornecedores, clientes, entre outros, da informação, com foco na evidenciação da situação estática e patrimonial da entidade. Ela demonstra com fidedignidade os resultados econômicos e financeiros da empresa.

A Contabilidade Gerencial procura atender as demandas dos usuários internos da entidade: gestores e administradores, fornecendo informações e resultados econômicos e financeiros. Além disso, produz também informações que vão além das finanças e que servem de suporte para a tomada de decisões dos gestores, para os planejamentos, os orçamentos e as estratégias. A contabilidade financeira, além de ser obrigatória para a maioria das empresas, deve seguir rigidamente as normas contábeis, os regulamentos, tanto nacionais, quanto os internacionais.

Enquanto a Contabilidade Financeira é obrigatória por Lei, atendendo aos princípios contábeis e as regulamentações legais e fiscais a Contabilidade Gerencial é feita conforme a empresa molde suas necessidades, sem formatos específicos e nem regras legais. Ambas as contabilidades, de alguma forma, estão interligadas.

A Contabilidade Gerencial é voltada para o futuro, já a Contabilidade Financeira tem orientação para o passado, com dados históricos.

O importante é que a sua empresa tenha uma contabilidade regular, onde você possa acompanhar a evolução do seu patrimônio e dos resultados de sua empresa, atendendo também todas as exigências legais.

 Simultaneamente, é preciso que você dê uma atenção especial para a elaboração de uma contabilidade gerencial, pois no ambiente altamente competitivo em que vivemos, a contabilidade deve ser uma ferramenta aliada diretamente do seu planejamento estratégico.

Fonte:
https://news.contabilivre.com.br/contabilidade-financeira/

EFD REINF SEM MOVIMENTO

A EFD-Reinf é uma obrigação acessória, que uma vez ao ano,na competência de Janeiro, deverá ter sua entrega realizada para as empresas sem movimento. Tal situação ocorrerá quando a empresa não tiver movimento em nenhum dos eventos da EFD-Reinf, R-2010, R-2020, R-2030, R-2050 e R-2060.

O contribuinte terá de realizar a transmissão da EFD-Reinf sem movimento, no primeiro mês em que houver a ausência do fato gerador, e se a situação assim permanecer a EFD-Reinf sem movimento deverá ser transmitida na competência de Janeiro de cada ano.

A declaração sem movimento será sempre obrigatória em Janeiro de cada ano, para as empresas que se encontram nesta situação, portanto vale lembrar que até o dia 15 de fevereiro do mesmo ano calendário essa informação deverá ser transmitida afim de evitar futuras penalidades ao contribuinte.A mesma será entregue em fevereiro que é quando se entrega a competência de Janeiro, os contribuintes nesta situação deverão fazer o encerramento por meio do evento R-2099 e transmitir a sua EFD-Reinf como “sem movimento”.

Declaração de criptomoedas no Imposto de Renda 2019.

O Bitcoin, junto com outras criptomoedas ganhou bastante espaço no Brasil e no mundo desde 2018. Algumas pessoas passaram a adotar esses ativos em suas carteiras de investimento, devido aos altos preços que alcançaram ou pela tecnologia revolucionária que representa.

 Embora a conceituação de criptoativos seja nebulosa para alguns, e de  ainda não terem regulamentação formal no Brasil, esse ativos precisam sim serem declarados no Imposto de Renda.

Segue abaixo um entrevista concedida ao Infomoney pela presidente do CRC-SP, Márcia Ruiz Alcazar respondendo as principais dúvidas sobre a declaração de criptomoedas.

1) Eu preciso declarar minha criptomoedas no Imposto de Renda.

Todo bem e direito precisa ser declarado desde que o contribuinte esteja obrigado à entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física. Embora a criptomoeda não seja regulamentada no Brasil, precisa ser declarada em “Bens e Direitos” com o código 99 (outros bens e direitos)

2) Onde e como eu faço para declarar minhas criptomoedas?

No quadro “Bens e Direitos”, código 99 (outros bens e direitos) descrevendo no campo o histórico da data da compra, a quantidade, a cotação unitária em moeda corrente nacional. No valor do bem informe o valor total da compra em moeda corrente nacional.

3) Quanto de imposto eu tenho que pagar?

Considera-se bem de pequeno valor aquele que for vendido por até R$ 35 mil e, nesse caso, não é necessário pagar imposto de ganho de capital. No entanto, se o valor da venda for superior, o imposto deve ser pago no último dia do mês seguinte à data da venda, conforme tabela abaixo:

-15% (quinze por cento) sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais);

– 17,5% (dezessete inteiros e cinco décimos por cento) sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) e não ultrapassar R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais);

– 20% (vinte por cento) sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) e não ultrapassar R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais);

– 22,5% (vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento) sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais).

4) Eu não sabia e não paguei o imposto no mês seguinte à operação, eu consigo regularizar minha situação?

O imposto pode ser recolhido com atraso e a penalidade é uma multa e correção pela Selic. Recomenda-se que a situação seja regularizada até a data da entrega da declaração de ajuste anual.

Para regularizar a situação, o contribuinte deve baixar o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital (GCAP2017) no site da Receita Federal do Brasil e fazer apuração dos valores de impostos a pagar. O download é totalmente gratuito e os dados apurados pelo programa podem ser armazenados e transferidos para a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física

O contribuinte deve também baixar o software Sicalc, da Receita, que atualiza Darfs (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) vencidas. O Sicalc é atualizado mensalmente para acompanhar a taxa Selic, assim, as guias são calculadas com multa e juros da forma mais correta possível. Após a inserção dos dados, o Sicalc exibe o valor da multa, dos juros e a soma total a ser paga no DARF.

5)Se eu perdi dinheiro com Bitcoin, eu preciso declarar também?

O contribuinte deve declarar sempre que movimentar o bem, seja na compra ou na venda. Na situação de venda total a valor inferior ao custo de aquisição, deve-se zerar o bem e nenhum imposto deve ser pago. Não existe campo para lançamento de prejuízo, por isso é importante fazer uma analise da variação patrimonial para que o impacto no caixa fique refletido da forma correta.

6) Qualquer operação é tributável? Se eu usei Bitcoin para pagar por um produto ou se usei para comprar outra criptomoeda, tenho que declarar e pagar imposto também?

Sim. Para toda movimentação de bem deve ser apurado o resultado em relação ao custo de aquisição. Caso seja apurado ganho, deve-se pagar imposto da mesma forma como foi esclarecido na questão anterior.

7) Em relação aos forks, de repente eu ganhei o que eu tinha de Bitcoin em Bitcoin Cash ou Bitcoin Gold, eu preciso declarar esse ganho ou só preciso declarar quando eu vendi?

Deve ser apurado ganho no momento da venda. Se a venda for superior a R$ 35 mil reais, sujeita-se a tributação conforme tabela específica para ganho de capital.

Matéria originial: https://www.infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7283840/como-declarar-bitcoin-e-outras-criptomoedas-no-imposto-de-renda

LTCAT(Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho)

É um documento previsto pela legislação previdenciária. Obrigatório para as empresas, esse documento tem a finalidade de informar ao INSS se a atividade exercida pelo trabalhador é caracterizada como especial, ou não, para que haja a correta aplicação da alíquota. Após a elaboração do LTCAT, a empresa deverá enviá-lo para o eSocial, para que o INSS seja informado de que aquela empresa está quite com suas obrigações!

Fique atento(a)!

Novidades da DIRPF 2019

A Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física 2019 apresenta algumas novidades, dentre as quais destacam-se:

Dependentes: Obrigatoriedade de informar o CPF de dependentes e alimentandos de qualquer idade;
Doações Diretamente na Declaração – ECA: Alteração do local da funcionalidade de doação ao ECA diretamente na declaração. Até o exercício 2018, a ficha de “Doações Diretamente na Declaração – ECA” encontrava-se no Resumo da Declaração. Agora, está num local em evidência e integra o bloco de “Fichas da Declaração” facilitando a visualização pelo contribuinte;
Ficha de “Rendimentos Recebidos de Pessoa Física: e do Exterior pelo Titular”: O título da coluna “Outros” foi alterado para “Pensão Alimentícia e Outros”, assim como o título da coluna “Dependentes” foi alterado para “Quantidade de Dependentes”

Aprimoramentos recentes:


Impressão da DIRPF e do Recibo: Diversas melhorias na impressão da DIRPF, como a organização da ordem de impressão dos rendimentos, pagamentos, bens e direitos;

Atualização automática: Com a funcionalidade de atualização automática do PGD IRPF, é possível atualizar a versão do aplicativo sem a necessidade de realizar o download no sítio da Receita Federal do Brasil na internet. A atualização poderá ser feita, automaticamente, ao se abrir o PGD IRPF, ou pelo próprio declarante, por meio do menu Ferramentas – Verificar Atualizações;

Entrega sem necessidade de instalação do Receitanet: O programa Receitanet foi incorporado ao PGD IRPF 2019, não sendo mais necessária a sua instalação em separado;

Impressão do Darf: A impressão do Darf de todas as quotas do imposto, calculando os valores de juros Selic para o respectivo vencimento. Além disso, os Darf emitidos após o prazo, também serão calculados os devidos acréscimos legais;

Alíquota Efetiva: Exibição da relação percentual entre o imposto devido e o total de rendimentos tributáveis;

Recuperação de nomes: Ao digitar ou importar um nome para um CPF/CNPJ, o sistema armazenará o nome para facilitar o preenchimento futuro. Os nomes armazenados são nomes informados pelo declarante, manualmente ou por meio das funcionalidades de importação, não são fornecidos pelas bases da Receita Federal do Brasil. Após armazenados, os campos referentes aos nomes serão preenchidos automaticamente conforme CPF/CNPJ digitados. A funcionalidade poderá ser desativada no Menu – Ferramentas – Recuperação de Nomes.

Fonte: https://receita.economia.gov.br/interface/cidadao/irpf/2019/declaracao/novidades


Alteração de Leiaute da NFe e NFCe em 2019

SAIBA UM POUCO SOBRE OS DOCUMENTOS

A NFe (Nota Fiscal Eletrônica) modelo 55, surgiu  no ano de 2010 para substituir as antigas notas de papel modelo 1 e 1A. Já a NFCe (Nota Fiscal de Venda ao Consumidor) substitui as notas de venda ao consumidor modelo 2 ANFe (Nota Fiscal Eletrônica)é o novo modelo de nota fical eletrônica que surgiu para suceder e substituir os modelo de notas ficas de papéis. Com o surgimento eletrônicos das NFe e NFCe, o SPED que te como função de informar todos os processos fiscais eletrônicos das notas, surgiram documentos eletrônicos como a NFe, NFCe e cupons fiscais.

ENTENDENDO A ALTERAÇÃO DE LEIAUTE DA NFE E NFCE

Por meio da Nota Técnica 2018.005 publicada em Janeiro de 2019 o governo alterou alguns grupos de documentos fiscais e inserindo outras rejeições e criando novos campos para inserção de informações necessárias nos documentos fiscais. Dessa forma altera-se diretamente o leiaute da NF-e e NFC-e, respectivamente. No Portal da NFe, é apresentado que tais campos são de preenchimento opcionais. Cada empresa de acordo com a especificação fiscal decidir o preenchimento ou não. Ou também, no caso de a SEFAZ do estado exigir a inserção dos dados. Conheça as mudanças estabelecidas na Nota Técnica.

Foi criado o chamado Responsável Técnico e também o Código de segurança do Responsável técnico – CSRT. Compreende-se como responsável técnico, aqueles responsáveis pela transmissão e validação das notas na SEFAZ. Ou seja, aqui deve ser especificada os dados da empresa desenvolvedora do software emissor. Foi incluído dois campos referentes ao Local de Retirada e Local de Entrega da mercadoria para segurança de transporte. Há também uma opções para que as informações de frete que se referem a retirada e entrega possam ser exibidos no DANFE. Houve também atualização no chamado grupo K, para inserir um detalhamento maior e mais específico de medicamento e de matérias primas farmacêuticas. A atualização possibilita que no campo de código da ANVISA, seja possível utilizar um código que especifica o motivo de isenção da ANVISA. Isso facilitará no caso de o produto não possuir registro, podendo só ser especificado como ISENTO. No grupo N de Repasse de ICMS ST foi inserido um campo para o Fundo de Combate à Pobreza (FECOP).

COMO A ALTERAÇÃO AFETA AOS CONTRIBUINTES?

Cada campo em si possui seu próprio preenchimento e são preenchido se houver solicitação da SEFAZ, ou seja são campos não obrigatórios, de acordo com cada estado e suas regras. Por isso a importância do profissional contábil ou SEFAZ para retirar duvidas é de extrema importância. Sem contar que toda e qualquer atualização é de responsabilidade da empresa que disponibiliza o emissor de sua empresa. E terem os seus softwares emissores de nota fiscais sempre atualizados com as novas regras é fundamental.

Inteligência artificial e contabilidade, saiba porque essa união faz todo sentido

A contabilidade vem se modernizando continuamente. Equipes engajadas têm tornado a rotina contábil das empresas cada vez mais fácil e prática e uma das ferramentas que já se tornou realidade é a Inteligência Artificial. Por mais que seja difícil de imaginar como isso funciona, nós vamos explicar a importância elencando os motivos para essa união dar tão certo e como ela está sendo usada.

A entrega dos serviços de contabilidade evolui constantemente

A tecnologia tem a missão de tornar mais prática e fácil a vida das pessoas e, por mais que alguns acreditem que a contabilidade é sinônimo de monotonia e complicação, algumas empresas especializadas trabalham continuamente para mudar esse pensamento, principalmente por causa da implementação do projeto Sped que trouxe o uso de tecnologia para envio de informações fiscais e trabalhistas, com no e-Social.

Alguns exemplos dessa evolução ao longo dos anos, é o uso de armazenamento na nuvem, softwares próprios para gerenciamento, ferramentas e plataformas feitas para diminuir a burocracia nos processos internos, além de utilizar a tecnologia no contato entre contabilidade e cliente.

A inteligência artificial (IA)

A maior intenção é tornar máquinas capazes de simular a capacidade humana de raciocínio, percepção, tomada de decisão e resolução de problemas.

Assim, ser capaz de aprimorar-se conforme os dados são coletados. Aprender e evoluir como nós, seres humanos, fazemos naturalmente quando todos os dias nosso cérebro processa e decide o que guardar e o que descartar para a memória, já que todo o tempo aprendemos, vemos e ouvimos algo novo.

Hoje usamos a inteligência artificial com as assistentes pessoais em nossos smartphones, como, por exemplo, a Siri, no navegador Google que usa algoritmos para localizar as melhores respostas para nossas buscas, a IA atua também no marketing personalizado, pois não é por acaso que quando você pesquisa algo que queira comprar na internet, coincidentemente, o produto começa a aparecer em anúncios em suas redes sociais ou em sites.

Já na contabilidade, a inteligência artificial é usada para leitura e análise de dados, resultados e inconsistência em  números financeiros. Ajuda na gestão, faturamento, inatividade de movimentações, insights de negócios e atendimento ao cliente. São tarefas que podem ser feitas por pessoas, mas que levam muito menos tempo para serem realizadas por máquinas.

Um exemplo de IA na contabilidade é a plataforma Nucont que passa os dados contidos no balancete contábil para gráficos e indicadores que ajudam a visualizar a saúde financeira da empresa, dentre outras coisas.

1. Alta produtividade da equipe com automação dos processos

Tarefas repetitivas podem ser automatizadas por computadores, o que em grande escala, vai melhorar a produtividade da equipe, pois levarão menos tempo para serem executadas.

2. Análise mais rápida e assertiva

A parte analítica, será feita por computadores com aplicação de inteligência artificial, isso faz com que a análise de documentações e números, por exemplo, sejam feitas de maneira mais rápida e com menos possibilidade de erro.

3. Agregam mais valor para o cliente

A parte analítica traz mais praticidade e segurança, pois é capaz de organizar informações, ver contas fora dos padrões, incoerências e inatividade. A possibilidade de retrabalho é menor, pois as tarefas são feitas de forma mais precisas.

Desse modo, com o uso de tecnologia agregado ao uso de talentos humanos as contabilidades inovadoras farão toda a diferença na prestação do serviço. Buscando fazer parte da estratégia das empresas, além de registrar, conferir, apresentar balancetes, e a parte burocrática. A estratégia é fazer parte do planejamento e entregar mais do que é feito hoje.